PHQ-9
- O que mede
- Sintomas depressivos
- Perguntas
- 9
- Período
- Últimas duas semanas
Kroenke, Spitzer e Williams, 2001
Um dado de saúde só serve se for recolhido sempre da mesma maneira, com perguntas que outros também usam, e se se souber de onde veio. É isso que permite ao seu profissional ver a evolução ao longo do tempo. Esta página explica como o fazemos, onde ficam os dados e quem os vê.
Usamos instrumentos usados em investigação no mundo inteiro e guardamos cada resposta, não só o total.
De 0 a 10, com regiões do corpo codificadas e a definição internacional de dor crónica.
Data, unidade e quem o registou. Corrigir um valor não apaga o anterior.
Mostramos os dados ao longo do tempo. O que significam no seu caso, diz-lho o seu profissional de saúde.
As regras de acesso estão na própria base de dados, e os profissionais entram com segundo fator de autenticação.
Pode exportar tudo e apagar a sua conta em qualquer plano, incluindo o gratuito.
Para a saúde mental e o bem-estar usamos instrumentos publicados e usados em investigação. As respostas ficam guardadas pergunta a pergunta, como a investigação pede.
Kroenke, Spitzer e Williams, 2001
Spitzer, Kroenke, Williams e Löwe, 2006
Cohen, Kamarck e Mermelstein, 1983
Kristensen, Borritz, Villadsen e Christensen, 2005
Hooper e Mackinnon, 1995
A intensidade regista-se de 0 a 10, em cada episódio e em cada consulta. A localização usa regiões do corpo codificadas, sempre as mesmas, para se poder contar e comparar. Uma dor é crónica a partir de 3 meses, como a define a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-11).
Treede e colaboradores, Pain, 2019
Na admissão, o estado de saúde em geral, a limitação nas atividades habituais, o tabaco, o álcool e o tempo sentado perguntam-se com as mesmas palavras do Inquérito Nacional de Saúde do INE, para um dia se poder comparar com a população portuguesa. Usamos as perguntas do INE; não somos parceiros do INE.
Os questionários ajudam a contextualizar; não são um diagnóstico.
Cada medição (peso, tensão arterial, horas de sono, um valor de uma análise) fica com a data em que foi medida e a sua unidade.
A própria pessoa, o profissional ou o laboratório. Fica sempre dito, para se saber em que valor confiar e porquê.
Uma correção cria um registo novo que substitui o anterior. A história fica, e vê-se o que mudou.
O PDF do laboratório fica guardado, e o intervalo de referência apresentado é o que consta do relatório do próprio laboratório. A leitura automática do PDF é só uma ajuda: os valores ficam para rever e corrigir.
A Health Lab não é um dispositivo médico. Mostra os dados de forma organizada e ao longo do tempo; não diagnostica, não classifica o seu estado de saúde e não define valores-alvo.
O que um valor significa no seu caso, diz-lho o seu profissional de saúde.
Vê tudo o que é seu: o que registou, o que o seu profissional lhe mostrou e o histórico.
Vê o que é preciso para o acompanhar, enquanto o acompanha. Pode terminar essa relação na app, e a partir daí ele deixa de ver a sua ficha.
Pode fechar a um profissional, item a item, aquilo que não quer partilhar (por exemplo, as análises ou os questionários).
Cada profissional lê só as suas notas. O diretor clínico, como administrador, lê todas.
Os profissionais e os administradores só chegam aos dados dos pacientes com segundo fator de autenticação.
Cada vez que um profissional abre a sua ficha, fica registado. Esse registo vai na exportação dos seus dados.
A proteção não depende do ecrã: está nas regras da base de dados, que só entregam a cada pessoa o que lhe pertence ou o que lhe foi partilhado.
Não vendemos os seus dados nem os cedemos a terceiros para fins de marketing. A lista completa e os fundamentos estão na Política de Privacidade, secções 6 e 9.
Todas as comunicações usam HTTPS, imposto por política de transporte estrita.
A base de dados e os ficheiros são cifrados em repouso pela infraestrutura que os aloja.
Ativas em todas as tabelas de dados: cada pessoa só lê e escreve o que lhe pertence ou lhe foi partilhado.
Da base de dados, para recuperar de um erro ou de uma falha.
As chaves com privilégios elevados existem só do lado do servidor e nunca chegam ao navegador.
O acesso a cada ficheiro é validado contra o identificador de quem o carregou.
Na app, em Perfil, Exportar os meus dados: um ficheiro com tudo o que temos sobre si, num formato estruturado. Em todos os planos.
Em qualquer plano, incluindo o gratuito.
Escreva para geral@health-lab.pt. Respondemos no prazo de um mês.
Pode apresentar reclamação à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), em www.cnpd.pt.
Isto ainda não está feito. Dizemo-lo aqui para saber para onde vamos, não como coisa feita.
Cada medição passará a levar também o código internacional que lhe corresponde: LOINC para as análises, UCUM para as unidades, SNOMED CT para o resto. A exportação dos seus dados seguirá o padrão europeu, HL7 FHIR.
A definição de cada variável que recolhemos, com a unidade, o código e a forma como se recolhe.
Se um dia os dados da Health Lab servirem para investigação em saúde pública, será pelas regras do Espaço Europeu de Dados de Saúde e, para dados que o possam identificar, com o seu consentimento específico e separado (Política de Privacidade, secção 7).
Escreva para geral@health-lab.pt. A forma jurídica do tratamento está na Política de Privacidade.